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Na Aperam BioEnergia, nosso foco é a produção e comercialização de carvão vegetal, tecnologia, mudas e sementes. Tudo proveniente das florestas renováveis de eucalipto em Minas Gerais.
Nosso manejo florestal é baseado nas melhores práticas e é reconhecido pela certificação Forest Stewardship Council® (FSC-C084330), cujos padrões e princípios conciliam a proteção ambiental (flora, fauna e reservas de água) com benefícios sociais e viabilidade econômica.
Nosso processo de carbonização é realizado sem nenhum combustível extrativo e com extraordinária eficiência energética, reaproveitando o calor e os gases gerados pela incineração para secar a madeira. Como resultado desse processo eficiente e responsável, todo o carvão vegetal produzido vai para os fornos da usina siderúrgica da Aperam, situada no mesmo estado, na cidade de Timóteo, a cerca de 350 quilômetros de distância.
O carvão vegetal produzido na BioEnergia é utilizado em nosso processo de fabricação de aço como um substituto natural e renovável para os combustíveis fósseis (carvão de coque). Isso nos permitiu erradicar totalmenteo uso de carvão de coque extrativo e torna nosso aço um líder em termos de pegada de CO2 (consulte a página dedicada). A liderança em termos de pegada de CO2 é determinada usando a metodologia padrão do nosso setor, que na verdade não dá o devido crédito aos muitos serviços ecológicos prestados pela floresta (sequestro de carbono e enriquecimento do solo, controle de erosão e abrigo para a vida selvagem).
Nossa opinião é que nossa floresta é na verdade carbono positiva, o que significa que está atuando como sumidouro de carbono. É por isso que nossa unidade BioEnergia é motivo de orgulho para nossas equipes, que produzem aços “verdes”.
Como qualquer vegetação, o eucalipto precisa de água e nutrientes para sobreviver. Estudos demonstram que ele consome a mesma quantidade de água das florestas nativas. De acordo com os desenvolvimentos tecnológicos atuais, nossas florestas são feitas de mudas clonadas selecionadas. Isso tem duas consequências:
– A iniciativa integra o Projeto Água Circular, desenvolvido pela Aperam BioEnergia, que reúne um conjunto de ações voltadas à redução do consumo e ao reaproveitamento hídrico. A empresa mantém uma política rigorosa de gestão da água, baseada em práticas como recirculação e captação responsável. Atualmente, cerca de 70% da água utilizada em suas operações já é proveniente de reservatórios que acumulam água de chuva e de sistemas de recirculação em viveiros de mudas – os piscinões. O monitoramento constante do consumo garante a conformidade com limites estabelecidos e reforça o compromisso com a sustentabilidade.
– Esse posicionamento está alinhado a um modelo mais amplo de atuação da Aperam BioEnergia, que se consolidou como uma das principais produtoras de carvão vegetal do mundo, com base em florestas renováveis de eucalipto. Ao produzir cerca de 440 mil toneladas anuais, a empresa alia escala produtiva à inovação tecnológica, mantendo certificações internacionais e investindo continuamente em soluções que reduzem impactos ambientais. A base florestal permite não apenas o fornecimento de energia renovável para a produção de aço, mas também a conservação de áreas nativas e a proteção da biodiversidade.
O programa “Água nossa de cada dia” surgiu com o objetivo de mobilizar as comunidades por meio de uma rede de conscientização para que todos assegurem o cuidado e valorizem as áreas de preservação que mantêm os cursos d’água. |
Iniciado em 2015, o programa tem ajudado a definir as responsabilidades de cada um na proteção da água na região. A comunidade se torna protagonista na promoção de ações sustentáveis e de proteção ambiental ao meio em que vive, criando uma visão em que todos somos responsáveis pelo meio em que vivemos e o futuro que queremos. |
No Vale do Jequitinhonha, a empresa opera um modelo avançado de silvicultura industrial, combinando produtividade com manejo responsável. A introdução de tecnologias próprias, aliada à certificação internacional, garante rastreabilidade e padrões elevados de qualidade ambiental. Além disso, a transformação da madeira em carvão vegetal ocorre em fornos automatizados desenvolvidos no Brasil, enquanto novas frentes, como a produção de bio-óleo renovável e biochar, ampliam a contribuição da companhia para a economia de baixo carbono.