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Para cada aplicação, temos um aço especial: acerte na escolha!

O aumento da vida útil de um equipamento em três vezes, além da diminuição de paradas para manutenção. Mais resistência à corrosão e à abrasão. Essas são as principais vantagens da escolha das helicoides (também chamadas de “sem fins”) em aço inox para compor equipamentos de transporte e movimentação de insumos.

A novidade, lançada em 2019, foi pensada para oferecer alternativas a consumidores dessas peças em formato de hélice. Elas costumam ser usadas na movimentação de granéis nas indústrias agrícola, de mineração, farmacêutica, química e alimentícia.

Apesar de já existir uma solução em aço inoxidável para esse componente, sua fabricação era realizada de forma semi-artesanal e usando o convencional inox 304, o que gerava grande perda de material e custos elevados. “Os cortes necessários do processo passo a passo acabam fazendo com que o fabricante consiga utilizar menos de 50% de uma chapa de inox. O que fizemos foi trabalhar em conjunto com o maior fabricante de helicoides do Brasil para produzir a peça de forma completamente industrializada, por meio da laminação contínua”, explica João Paulo Porto, engenheiro de aplicações da Aperam.

Dois produtos com nosso selo de qualidade

A Aperam disponibiliza dois tipos de aço para a produção das helicoides: o 410 e o 444. A peça em aço 410 foi pensada para indústrias que ainda utilizam esse dispositivo em aço carbono, como a da mineração e agrícola. “Abrimos a possibilidade para uso de produto com desempenho muito melhor do que seu concorrente e com preço competitivo. Pensamos em uma solução que oferece maior resistência ao desgaste em meios úmidos e/ou agressivos, o que é o caso do transporte de grãos e minerais, ou em equipamentos agrícolas, como colheitadeiras”, especifica João Paulo. Com a alternativa, o produto final diminui a necessidade de manutenção e paradas de máquina, oferecendo mais economia no longo prazo.

Já as helicoides em aço inox 444 foram pensadas como alternativa para indústrias que precisavam fabricar essa peça de forma semi-artesanal utilizando o 304. “A resistência à corrosão do 444 é semelhante a do aço  convencional. Outro ganho é garantir o uso em aplicações mais críticas, com custo muito mais baixo do que na produção passo a passo”, comenta o engenheiro de aplicações da Aperam. Essa novidade é ideal para as indústrias farmacêutica, química e alimentícia.

Quem decide pelos produtos está apostando em inovação e gestão eficiente de custos. “São opções muito mais competitivas, com ganhos comprovados e excelente custo-benefício”, completa João Paulo.

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