Revista Espaço

Muito além do esporte

pag14_antonio-carlos_-elvira-nascimentoEnquanto o Brasil faz sua estreia como anfitrião nos primeiros Jogos Olímpicos de sua história, a seleção de empregadosatletas da Aperam mostra que já é veterana na prática esportiva, sempre de olho no bem-estar, na integração e na promoção da saúde

Natureza, amigos e vida saudável

Percorrer 100 quilômetros por vales e montanhas, durante cinco horas, na companhia dos amigos, em pleno contato com a natureza são razões suficientes para o engenheiro Antônio Carlos Ataíde optar pelo mountain bike – o ciclismo de montanha – como modalidade esportiva preferida. “Combate o estresse, deixa o corpo e a mente em forma”, avalia. Para participar das provas e competições, cada vez mais frequentes na região, ele treina até cinco vezes por semana.

Vida nova com a corrida

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O que o esporte fez por você? “Mudou a minha vida e devolveu a minha alegria de viver”, responde o operador Pedro Magalhães, 58 anos, há 36 na Aperam. A dedicação à corrida foi fundamental para vencer problemas de saúde, no final dos anos 1990. Hoje ele é exemplo de disposição e superação. Pedrão, como é conhecido pelos colegas, prefere distâncias curtas, três e cinco quilômetros, mas se prepara todos os dias, nas ruas ou na academia, para a meia maratona do Rio de Janeiro, em outubro.

Benefícios da atividade física

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Viva o fair play

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Ele tentou os esportes coletivos, mas se encontrou mesmo no tênis, prática que, embora muito competitiva, valoriza o fair play (jogo limpo). Fã do suíço Roger Federer, que considera como “um gênio”, o assistente técnico Arísio Barbosa diz que o tênis exercita a inteligência e a concentração. “Sem contar, é claro, o preparo físico, a disposição e a postura”, completa. Para ele, a receita para se manter fiel à prática esportiva é simples: “A melhor atividade física é aquela de que você gosta”.

Corpo em movimento

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Brincadeira de criança, o futebol quase virou coisa séria na vida do analista Erich Santos. Filho de empregado da antiga Acesita, ele treinou durante a infância até o final da adolescência, nas categorias de base do Acesita Esporte Clube e do São Cristóvão. Em 1991, ingressou no Senai e abandonou os campos por causa do trabalho e dos estudos. Para combater o sedentarismo, o retorno aos gramados foi inevitável. Hoje ele disputa jogos pela categoria máster. A prática esportiva, segundo ele, é importante para manter o corpo em movimento e ampliar o convívio social.

Na mira

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Concentração e controle emocional, disciplina e força de vontade, domínio e técnica são habilidades que o engenheiro de automação, Antony William, encontrou na prática do tiro esportivo, modalidade presente desde a primeira edição dos Jogos Olímpicos, em 1896, em Atenas. “No começo, tinha dificuldade para estabilizar, mas fui me aperfeiçoando e apurando a precisão”, conta ao afirmar que a prática nada tem a ver com arma de fogo. Antony pratica o tiro nos finais de semana e, em algumas vezes, na companhia dos colegas da Aperam, Cleonice Alves e Antônio Roldão.

 

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