Revista Espaço

Mercado

Sinergia com sotaque francês

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Profissionais franceses e brasileiros da ArcelorMittal trocam experiências

Aprimorar processos é uma prática constante da ArcelorMittal Inox Brasil, assim como repassar os conhecimentos adquiridos com os resultados positivos. Não seria diferente na parceria com a ArcelorMittal Saint-Chély. As duas unidades produzem aços elétricos de Grão Orientado e se reuniram em Timóteo para que a equipe francesa, composta pela Diretoria, Gerência de Produção e pelo Chief Technology Officer (CTO) do grupo Flat Carbon, conhecesse de perto a unidade.

Para Edalmo Souza, gerente de Metalurgia de Aços Elétricos e articulador da sinergia, “uma boa aproximação requer grande quantidade de informação e análise qualitativa, uma vez que a comparação não é feita simplesmente entre os números finais de cada unidade”. Entre os processos, três mereceram mais atenção: análise completa entre os gaps dos indicadores de produtos, processos e custos das empresas; entendimento das diferenças tecnológicas e de equipamentos e evoluções de custos ao longo do tempo. Como fruto do trabalho, surgirão planos de ação para a melhoria contínua e troca das melhores práticas.

As duas unidades continuarão o processo de troca de experiências sobre diversos aspectos produtivos. O próximo encontro ocorrerá na França, na cidade de Saint-Chély.


Depois da crise, um novo mundo

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Chicago foi a cidade escolhida para receber a convenção de Lideranças da ArcelorMittal

A cidade de Chicago (EUA) foi escolhida para sediar a terceira Convenção de Lideranças da ArcelorMittal. Durante três dias, mais de 500 líderes de 60 países participaram das reuniões e grupos de discussão, com o objetivo de compartilhar as estratégias para melhorar a competitividade do Grupo e avançar no mundo pós-crise. “Fomos vencedores no período anterior à crise mundial. Mas um novo capítulo foi aberto, e temos que nos ajustar às novas realidades”, enfatizou Lakshmi Mittal, CEO do Grupo ArcelorMittal.

O enfraquecimento do mercado, a restrição de custos e as dificuldades de precificação – devido ao encarecimento das matérias-primas – e o aparecimento de novos concorrentes são desafios que colocam a Empresa em alerta. Antecipando-se aos possíveis impactos futuros, tópicos como atendimento ao cliente, redução de custos, melhores práticas e expansão no mercado foram discutidos. Os fóruns também incluíram temas como recrutamento, treinamento e retenção de talentos, pontos-chave da estratégia de negócio da organização.

Embora acredite que os níveis de demanda pré-crise serão retomados somente em 2012, o CEO do Grupo é otimista sobre o futuro da empresa: “Temos que ter confiança, porque acreditamos em nosso modelo de negócios”, reforçou Mittal.

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