Revista Espaço

Injeção de ânimo

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Operadores do LB2 conhecem resultados do trabalho desenvolvidos pela equipe do LB1

Visitas de benchmarking têm sido praticadas entre Grupos de Manutenção Autônoma (GMA) no Programa Manutenção Produtiva Total (TPM). A troca de experiências fortalece o programa, na medida em que oferece oportunidade para que as equipes compartilhem e imitem ações desenvolvidas por outras áreas. Operadores das Esmerilhadeiras da Aciaria, que acabam de entrar na etapa cinco, receberam a visita das equipes dos Laminadores de Bobinas da Laminação a Frio de Inoxidáveis e compartilharam com os colegas o que aprenderam na etapa anterior.

Representantes do GMA da Redução foram conhecer os trabalhos da Laminação a Quente e gostaram do que viram. “Mesmo com realidades muito diferentes, é possível encontrar afinidades e aplicar a lateralidade. Apesar de todas as dificuldades relacionadas à exposição dos equipamentos ao tempo, o pessoal da Gerência de Redução tem conseguido fazer um trabalho bacana e isso foi uma verdadeira injeção de ânimo”, relata Maria Aparecida de Lana Santos, facilitadora de TPM na área de Redução.

Todos os GMAs da Laminação a Frio de Aços Elétricos visitaram a Aciaria, Redução, Acabamento e Laminação a Frio de Inox. “Fizemos um planejamento considerando as características de cada equipamento e o resultado foi fantástico. A turma voltou com novas perspectivas e ideias de imitação, e agora trabalham a todo vapor nas propostas surgidas a partir das visitas”, conta a facilitadora Karolina Lana.

Patrick Quintão Vieira, operador do LB1, tem orgulho de apresentar seu trabalho aos colegas de outras áreas. “Colhemos os frutos que plantamos e somos reconhecidos por isso. Fico feliz em colaborar para que outras equipes alcancem resultados tão bons quanto os nossos”, afirma Patrick. Para Kleber Moreira de Oliveira, operador do LB2, as visitas proporcionaram momentos de muito aprendizado. “Esperamos também receber colegas de outras áreas, que têm uma visão diferente da nossa e podem nos mostrar coisas que não percebemos”, comenta Kleber.

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