Revista Espaço

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Participantes aprovam Projeto Equipes de Alta Performance. Segunda turma inicia-se cheia de expectativas

Comprovado o sucesso da primeira experiência, a segunda turma do Projeto Equipes de Alta Performance recebeu a adesão de 19 supervisores e 16 equipes. Desenvolvida e implantada em parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC), a metodologia explora, ao mesmo tempo, dois pontos fundamentais da gestão de pessoas: liderança e trabalho em equipe. No total, 96 horas são dedicadas a treinamento e a acompanhamento da aplicação prática dos conhecimentos adquiridos. “Ao final do projeto, esperamos obter uma gestão compartilhada que persiga incansavelmente a alta performance”, destaca a analista de Recursos Humanos Maria Eunice Antunes Barros. Os supervisores desenvolvem conhecimentos sobre temas como gestão de pessoas, comunicação, metas, valorização e motivação.


7“Participar da primeira turma foi um presente. Descobri novas possibilidades de aprendizado, o que me motivou a querer evoluir profissionalmente e a investir em minha carreira. Estou pensando, inclusive, em ingressar em um curso superior. É nítido o crescimento da equipe. Foi uma injeção de ânimo e esse caminho não tem volta. Estão todos tomando a iniciativa, assumindo papéis e responsabilidades diferentes para nosso amadurecimento como equipe. Prova disso é que fomos a primeira área a receber a categoria bronze na Vigilância Compartilhada.”

Wild Gonçalves de Souza, supervisor da Laminação a Quente


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“Nossa busca é por uma equipe cada vez mais consciente. Um dos grandes atrativos do projeto é ensinar a delegar, tendo a certeza de que as pessoas terão confiança para executar a tarefa. A equipe deve encarar novos desafios de forma pró-ativa, buscando soluções, criando e tomando a iniciativa. Cabe a nós, gerentes, oferecer aos supervisores a liberdade de contribuir com novas ideias juntamente com suas equipes. Percebemos uma mudança comportamental. A primeira delas é a aproximação entre supervisor e RH. Em seguida, observamos focos de iniciativa dos operadores e maior integração entre supervisores. O conceito de equipe é expandido e vemos melhorias nos pequenos detalhes.”

Leonardo Magalhães Silvestre, gerente de Solidificação do Lingotamento Contínuo


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“Minha expectativa é muito boa. Quero capacitar o pessoal e delegar tarefas para assumir funções e projetos mais elaborados, sem ficar sobrecarregado. Já estou praticando esse exercício com minha equipe e vejo que meu gerente tem feito o mesmo comigo. Permitir que lideranças emergentes ganhem espaço é bom para o sucesso da equipe. Para crescer, é preciso assumir riscos e tomar decisões. A aproximação com meus pares é outra vantagem, que permite discutir melhores práticas e aprender juntos.”

José Antônio de Farias, supervisor técnico da Esmerilhadeira de Placas


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“Minha avaliação do projeto é a melhor possível. Estou aprendendo muito. Acho que um ponto positivo é a oportunidade de participar dos treinamentos junto com nossas equipes. A gente entende a diferença e deixa de trabalhar como grupo de pessoas para formar, de fato, uma equipe. A união aumenta e vemos que alguns problemas desaparecem. O rendimento melhora, porque não há espaço para individualismos. Queremos ajudar uns aos outros e estamos preocupados com o crescimento dos colegas. Particularmente, gostei muito da literatura recomendada, que nos mostra que lidar com pessoas exige cuidado e atenção especiais.”

Antônio Gregório de Paiva, supervisor técnico do Lingotamento Contínuo da Aciaria


Alta fidelidade

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Novos equipamentos melhoraram a confiabilidade das análises do laboratório

Laboratório de Ensaios Magnéticos e Metalográficos recebe equipamentos de ponta para garantir resultados mais confiáveis

Com a aquisição de quatro equipamentos de última tecnologia e a adequação das instalações físicas do Laboratório de Ensaios Magnéticos e Metalográficos, a ArcelorMittal Inox Brasil melhorou a confiabilidade das análises dos aços elétricos e ao carbono. “A modernização é um importante passo para assegurarmos a agilidade dos ensaios e a qualidade final dos produtos”, observa Wilson Hildebrando Martins, supervisor do laboratório.

Realizadas ao longo de 2008, as intervenções foram concluídas em dezembro, com a chegada da guilhotina hidráulica, utilizada para cortar o material de forma precisa e suave, reduzindo as tensões de corte e rebarbas que interferem na estrutura e afetam as propriedades magné- ticas do aço. O analisador de carbono e enxofre, equipamento que realiza a cromatografia gasosa dos gases dos fornos das linhas finais de recozimento, e a politriz que prepara amostras para análises microscópicas são outras aquisições significativas. Ao todo, o projeto recebeu investimentos da ordem de R$ 700 mil.

Outros ganhos

Além de aumentar a confiabilidade das análises, as adequações permitirão à Empresa iniciar novo processo de certificação na norma NBR ISO/IEC 17025, já conquistada pelos ensaios dos laboratórios Químico – Meio Ambiente e de Controle Ambiental.

Wilson acrescenta que as intervenções também trouxeram ganhos ambientais. “Tivemos preocupação especial com os sistemas de descarte de produtos químicos para tratamento de efluentes líquidos e de lavagem de gases das análises do laboratório para atender à legislação e evitar impactos ao meio ambiente”, pontua.

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