Revista Espaço

A novidade do ano

Novo uniforme da Aperam, concebido com a colaboração dos empregados, será utilizado pelas equipes de todas as unidades do Brasil

Fábio Teixeira, de Suprimentos, Raquel Faria (ao centro) e Valquíria Arduini, da Comunicação: parte da equipe que se dedicou ao desenvolvimento dos novos uniformes da Aperam no Brasil

Tem novidade no guarda-roupa dos empregados da Aperam. Após dois anos de pesquisas e concepção, os novos uniformes da equipe foram apresentados em maio, durante um evento interno da Empresa. Alguns profissionais atuaram como modelos e desfilaram com as novas vestimentas para mostrá-las aos colegas em primeira mão (veja quadro).

As peças resultam de um desenvolvimento conjunto entre as áreas de Comunicação e Suprimentos, com auxílio da equipe de Saúde e Segurança. Conforme a assistente de Comunicação, Valquíria Arduini, o desejo de reforçar a identidade corporativa da Empresa foi o que levou à mudança. “Os uniformes utilizados até então são da década de 1990, antes mesmo da privatização da Aperam. Ao conceber os novos uniformes, buscamos nos atualizar, em alinhamento à marca da Empresa, bem como valorizar os empregados, com uma modelagem mais moderna e confortável”, explica. Como principais características, os novos uniformes reforçam a marca de inovação e modernidade da Aperam, que busca se manter atualizada e acompanhar a evolução do mercado. Desse modo, o orgulho dos empregados em fazer parte do grupo também é despertado.

Como parte do processo, em 2016 um percentual dos empregados participou de uma pesquisa, apontando os aspectos que deveriam ser contemplados nos novos uniformes. Os dados coletados orientaram o design  das peças, em conjunto com uma empresa especializada em desenvolvimento de uniformes corporativos, de  Belo Horizonte.

O MATERIAL IDEAL

A escolha dos materiais para as peças de roupa foi uma das etapas que exigiu maior dedicação da equipe, que buscava os tecidos ideais para garantir segurança, durabilidade e conforto aos empregados.

O analista de Suprimentos da Aperam, Fábio Teixeira, lembra que o mesmo uniforme será utilizado em diferentes atividades, apre­sentando um desafio extra para a equipe: era preciso considerar as necessidades de quem trabalha na Usina em Timóteo, nas atividades agrícolas da BioEnergia, no Vale do Jequitinhonha, e também nos escritórios da Empresa pelo Brasil. “Buscamos diversos fornecedores de materiais e recebemos inúmeras amostras. Foram muitos testes e al­gumas adaptações até chegar à composição que está sendo lançada agora”, explica Fábio.

Nas camisas, o algodão100% deu lugar ao tecido de camisaria profissional Sempreigual, desenvolvido pela empresa Santista, composto por 60% de algodão e 40% de poliéster. “Esse é um tecido mais moderno, fácil de ser cuidado e higienizado, e também mais resistente. No desenvolvimento da camisa, houve o cuidado de deixar o algodão na parte interna, permitindo a transpiração, e o poliéster do lado de fora, por ser mais resistente à abrasão e aos desgastes do dia a dia”, ressalta Alexandre Lima, Lead Buyer da equipe de MRO da área de Suprimentos da Aperam.

Já para a definição da calça, duas opções fo­ram apresentadas aos empregados, que pu­deram votar na sua favorita ao longo de três semanas: um modelo em jeans, mais prático e moderno, e outro, em tecido feito de algodão e poliéster, mais leve e tradicional. A calça jeans preta foi a opção escolhida por 72,6% dos 2.361 empregados que participaram da votação, realizada nas unidades da Aperam em Timóteo, Belo Horizonte e Campinas, além de BioEnergia e Serviços e Soluções (S&S).

Após um processo de licitação, os novos uniformes serão produzidos por um forne­cedor parceiro da Aperam, localizado no Vale do Aço. A substituição começa a ser feita, gradativamente, a partir de julho. Um manual orientativo (Dress Code) sobre o uso dos uniformes foi produzido pela Empresa e será entregue junto às peças.

EM PRIMEIRA MÃO

O analista de Gestão da Aperam, Edson José Alves, foi um dos empregados que desfilou com o uniforme, com exclusividade, durante o Encontro Aperam, realizado em maio em Timóteo. Segundo ele, que também respondeu à pesquisa aplicada em 2016, a mudança vai ao encontro de um desejo de padronização que era comum a muitos empregados. “Por estarem em uso há muito tempo, os an­tigos uniformes acabavam não sendo utilizados por toda a equipe. Sentia falta dessa padronização, que representa a coletividade, como em um time de futebol”, compara.

Questionado sobre o que mais gostou nos novos modelos, ele não titubeia ao eleger a leveza do tecido da camisa, ideal para o clima tropical brasileiro, especialmente de Timóteo, onde trabalha. “Além disso, ficou muito bonito, com um visual que, certamente, todos terão orgulho de usar”, completa.

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