Revista Espaço

Em casa ou no lazer: cuide-se!

Maior parte das ocorrências pode ser evitada

Se dentro da Aperam segurança é um compromisso ( Jeito Aperam de Ser Segurança + Sustentabilidade; A segurança é o nosso modo de vida e vem antes de tudo que fazemos) reforçado diariamente, fora dela os empregados podem multiplicar essa ideia e reduzir riscos em diversas atividades. Com a proximidade das férias, vale redobrar a atenção para evitar acidentes domésticos ou decorrentes de atividades de lazer. Dados do Ministério da Saúde, por exemplo, apontam que as principais causas de morte de crianças até nove anos são acidentes como afogamentos, asfixia, exposição à fumaça, fogo, etc.27

Segundo Marcelo Lopes Ribeiro, clínico especialista em gestão de emergência e coordenador do plantão do Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, cerca de 50% das ocorrências com crianças se dão na presença dos pais ou responsáveis. “Alguns casos têm relação com o descuido de carregar uma criança durante tarefas simples, como preparar mamadeira ou coar o café”, aponta. Outros acidentes evidenciam a negligência com pequenas “armadilhas” no lar, como tomadas desprotegidas, panelas com cabo para fora, fios desencapados e ausência de travas em gavetas com facas e tesouras.

28Na casa da Natasha Arnold, analista técnica de Saúde e Segurança, prevenção é a palavra de ordem para minimizar riscos. O diálogo, a vigilância compartilhada e a atenção com os três filhos de 7, 6 e 1 ano têm gerado frutos. “Crianças estão sempre testando limites. Com base no que pratico na empresa oriento eles”, conta. A relação com o marido é outro exemplo. Nada de reparos domésticos sem a preparação adequada. “Outro dia ele ia subir no telhado e o lembrei se todos os cuidados já tinham sido adotados”.

 

Atenção, atletas

O futebol do fim de semana e outras práticas esportivas eventuais também representam29 um risco. “Basta pensar que o corpo é como uma máquina. Se ela está enferrujada e é exigida pode se quebrar. Com os atletas, as consequências mais comuns são fraturas,torções e lesões musculares”, explica o clínico. O ponto de partida para uma atividade segura está no condicionamento físico e no alongamento. O médico alerta ainda para uma prática comum, mas prejudicial à recuperação: a demora em procurar atendimento. “Tem gente que se machuca na sexta ou sábado, mas só procura o médico na segunda. Isso pode tornar mais complexo o tratamento”, conclui.

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