Revista Espaço

Diversidade e diálogo

Interação entre as gerações é o caminho para desenvolvimento das competências e da produtividade

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Osvaldo: responsabilidade é sinal de confiança

Escutar os empregados faz parte da busca pela melhoria do ambiente de trabalho na Aperam. Entre julho e novembro, a Empresa realiza uma série de encontros do Escutando Gerações, dividida em três momentos que levam em consideração a idade dos empregados e que têm como base o Jeito Aperam de Ser. Essa iniciativa emergiu dos resultados da Pesquisa de Clima e também foi tema da Convenção das Ambições 2014/2015. O objetivo desse trabalho consiste em favorecer a maior proximidade entre a Empresa e os empregados para continuar evoluindo.

As primeiras atividades tiveram como foco os empregados aposentados e aqueles com aposentadoria prevista para os próximos anos (retratados na edição anterior da Espaço). No segundo momento foi a vez do Warley Ferreira, 23 anos, Sebastião Rodrigues, 22 anos, Osvaldo Passos, 18 anos, entre outros integrantes das gerações Y e Z. Os três jovens têm em comum o pouco tempo de Empresa e os sonhos de carreira que desejam alcançar na Aperam.

Aprendizado

Há dois anos, Warley atua como operador mantenedor elétrico na Gerência de Acabamento da Laminação a Quente. Para ele, o encontro foi positivo por evidenciar a abertura da Empresa ao diálogo. “Ter um momento para conversar e apresentar nossas opiniões é muito válido”, destaca.

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Warley e o pai Jussimar: experiências compartilhadas

No dia a dia, o operador conta com o apoio do pai,também empregado da Aperam. Eles atuam na mesma área, mas em turnos diferentes. “Não só ele, como os colegas mais experientes também têm paciência para ensinar. Vejo que quem tem interesse em aprender encontra alguém disposto a compartilhar, e esse contato facilita o aprendizado”, observa.

Para o futuro, o operador aposta em uma boa preparação para aumentar as chances de crescer na Aperam. Ele estuda engenharia elétrica e faz curso interno de aperfeiçoamento de manutenção elétrica. “Fazer parte de uma grande empresa significa também ter expectativas do mesmo porte. Acho que as oportunidades irão aparecer para quem estiver preparado e quero cumprir o meu papel”.

Sebastião, operador mantenedor mecânico, também viu com bons olhos o encontro entre colegas das gerações Y e Z. “Esse contato nos traz orientações para o trabalho e também um sentimento de família, pois podemos compartilhar as experiências profissionais e pessoais”, afirma. Para ele, a Empresa oferece condições para que os profissionais mais jovens possam se aperfeiçoar. “E quem sabe poder ensinar amanhã”, questiona.

 

“Cada geração apresenta características diferentes. A Aperam quer potencializar a diversidade de experiências e atitudes. Isso é fundamental para ampliarmos a satisfação dos empregados e construirmos, juntos, uma ponte para o compartilhamento do conhecimento e a Empresa do futuro.”18

Maria Eunice Barros, especialista em Recursos Humanos

 

 

 

 

 

 


Proximidade

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Sebastião (dir.), e seu padrinho José, parceria que rende bons conselhos

Já Osvaldo, auxiliar de operação na Redução e integrante da geração Z ainda contabiliza os primeiros meses de trabalho. Ele participou do curso de Aprendiz do Senai na Aperam, e foi efetivado na mesma área, o Alto-Forno 2. “Sempre tive vontade de entrar na Empresa, mas pensei que iria demorar para conseguir uma vaga. Morei por muito tempo na Vila dos Técnicos, (bairro próximo à Usina) e meu pai também sonhava com meu ingresso na empresa”, conta.

Um dos mais novos da área, Osvaldo relata que a diferença de idade não tem sido um empecilho e que a inexperiência está sendo compensada pelo empenho. Ele é secretário do grupo “Renovando” no Círculos de Controle de Qualidade (CCQ) e um dos responsáveis da área pelo Programa de Manutenção Produtiva Total (TPM). “Ser escolhido para representar a turma nessas metodologias tão importantes é um sinal de confiança. Os colegas compartilham suas experiências e também abrem espaço para eu opinar. A proximidade e o contato fácil com supervisor e gerente também me chamaram a atenção”, afirma.

 

Vem aí

O grupo formado pela geração X (36 a 50 anos) também está sendo ouvido e será tema de uma nova matéria na próxima edição.

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