Revista Espaço

No caminho da prevenção

Em uma nova abordagem da questão da saúde, a empresa vai estimular ainda mais o comportamento preventivo

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Pratos coloridos: Shirley mudou radicalmente a alimentação

A indicação de colesterol alto em um exame foi o sinal de alerta para Shirley Bragança, analista de controladoria da Aperam. O tratamento prescrito ainda em 2014 incluía um medicamento diário, mas Shirley sabia que essa não era a melhor saída para o problema. “Não queria ficar dependente de remédios para estar bem. Percebi que precisava mudar o meu comportamento”, lembra. Pesando 103 kg, Shirley chegou a 85 kg em seis meses. O esforço compreendeu reeducação alimentar com apoio de uma nutricionista e exercício físico. Ainda assim, ela quer mais. A meta é alcançar os 70 kg. Como um estímulo extra nessa jornada, passou a integrar o grupo de cerca de 400 empregados (A atividade conta com o apoio da ePharma, empresa especialista no segmento de saúde e todos os dados de cada participante são confidenciais.) convidados a receber acompanhamento médico multidisciplinar com nutricionista, educador físico e outros especialistas. A atividade integra o programa “Eu pratico saúde”(O desenvolvimento do projeto considerou bases de dados complementares, como o plano de saúde e a pesquisa Perfil Saúde elaborada em 2014 com a participação de 2.040 empregados e familiares. O “Eu pratico saúde” reforça o compromisso com a segurança e sustentabilidade previstos no Jeito Aperam de Ser), lançado este ano.

Segundo José Anísio Cabral, gerente executivo de Relações Trabalhistas, Desenvolvimento e Remuneração e um dos responsáveis pelo projeto, o objetivo consiste em estimular a cultura da prevenção e evidenciar que a saúde é responsabilidade de cada um. “Se só lembramos de nos cuidar quando estamos doentes, há um erro nisso. No contexto do aumento da expectativa de vida, a Empresa deve contribuir para que as pessoas vivam mais e envelheçam com mais saúde e disposição”, ressalta.

Além do atendimento ao grupo, o “Eu pratico saúde” planeja campanhas e boletins para reforçar junto aos empregados e familiares a importância da atenção primária. Em setembro, o tema será a alimentação saudável e, nos dois meses seguintes, assuntos relacionados à saúde do homem e da mulher estarão em foco. “Vamos estimular o viver bem assim como promovemos a segurança em nossas atividades”, afirma Evonei Pereira, coordenador da Medicina do Trabalho.

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Pedro compartilha com a família a importância dos exames regulares

Pedro Gonçalves dos Reis, 48 anos, analista técnico em instrumentação da área de Redução, e sua família já praticam saúde quando o assunto é o acompanhamento médico. Ele não perde os exames periódicos e ainda faz aqueles tidos como complementares. “Depois dos 40 anos, podem surgir alguns problemas e é preciso ficar esperto”, afirma. O comportamento preventivo foi acentuado depois de uma cirurgia para retirada das duas veias safenas. Um exame de rotina identificou o risco de infarto, embolia pulmonar e AVC. A próxima meta do analista é regularizar a atividade física. “Com estudos, família e trabalho está complicado aumentar a frequência da corrida, mas tenho de achar um tempo”, conclui.

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Glautiere teve de trocar peças de roupa

Quem já se organizou é Glautiere Paiva, 35 anos, gerente de Segurança e Meio Ambiente, que desde o fim de 2014 resolveu se cuidar mais. O ponto de atenção foi a chegada ao terceiro dígito. “Quando a balança mostrou 102 kg, fiquei preocupado. Lembrei-me de uma autoavaliação promovida pela área de RH na qual me dei nota 5 em 10 em relação ao cuidado com a saúde. A partir disso, pensei no que poderia fazer para melhorar”, lembra.

O primeiro passo foi procurar a nutricionista contratada pela Empresa. Em seguida, adotar uma nova dieta e encarar as aulas de pilates. “Já operei o joelho e tive hérnia de disco, precisei reforçar a musculatura para iniciar a corrida, outra atividade que teve acompanhamento de uma educadora física da Aperam. Quanto à alimentação, as primeiras semanas foram muito difíceis”, conta. Logo depois, vieram os treinos para perder peso. O ponteiro voltou para a casa dos 90 kg. “Agora durmo melhor e não tenho mais gastrite ou refluxo. Vou aprender a manter essa rotina de exercícios e a alimentação a cada três horas”, projeta.

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