Revista Espaço

Rapidez monitorada

Avanços na linha DC1 apresentam resultados

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Linha DC1 produz 63 m de GO por minuto

Atenta às necessidades do mercado e à excelência de seus produtos, a Aperam South America trabalha para que seus processos sejam sempre aperfeiçoados. Exemplo disso são os resultados obtidos pelas ações de melhoria contínua que vêm sendo feitas na Linha de Descarbonetação 1, a DC1, responsável pela produção contínua da laminação de aços elétricos grão orientado (GO)(A Aperam é produtora exclusiva de aços GO na América Latina. Considerado um aço nobre, ele pode ser utilizado na produção de transformadores.).

O aumento da velocidade da linha de 60 para 63 metros por minuto garantiu a produção de aço grão orientado, conforme previsto no plano de produção e vendas da Empresa. “Quanto maior a velocidade do processo, maior a produtividade e melhor o desempenho operacional da linha”, explica Geraldo Tavares, assistente técnico e um dos responsáveis pelas melhorias aplicadas ao DC1.

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Geraldo Tavares integra equipe que atua na linha

A Empresa já busca o aprimoramento do processo há alguns anos. Em 2006, foi instalado um forno de preaquecimento por indução na entrada do forno elétrico da linha. O objetivo era aumentar a velocidade de produção da linha DC1 de 44 para 60 m/min. No entanto, desarmes recorrentes comprometiam o funcionamento do equipamento. Já em 2007, a velocidade da linha foi aumentada para 63 m/min e a temperatura de funcionamento do forno de indução para 650 graus – aspectos importantes para acelerar a produção de aço GO.

Apesar dos esforços empreendidos no projeto, o forno de indução continuou com um alto índice de falhas, o que forçava a redução da velocidade de processo para 44 m/min, comprometendo a produtividade da linha. “Nossa intenção é sempre a aumentar a produtividade. Mas, acima de tudo, buscamos assegurar a confiabilidade do equipamento e do processo produtivo, e assim a perenidade dos resultados”, afirma Tavares.

Para concretizar esse objetivo, a equipe de Manutenção da Aperam elaborou um plano de ações em 2012. Mudanças no sistema de refrigeração, alterações nos layouts dos painéis; mapeamento de peças sobressalentes e ajustes e sintonia de todos os controles eletrônicos foram algumas das atividades executadas pela equipe.

Desde então, o forno atingiu estabilidade, com baixo índice de falhas. “Mas esse é um trabalho permanente. Precisamos monitorar o equipamento continuamente para garantir uma produção estável. Em 2015, não será diferente”, afirma José do Carmo, gerente de manutenção da Laminação de Aços Elétricos.

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