Revista Espaço

Espaços para grandes descobertas

Museu Aperam e Oikós oferecem visitas monitoradas

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Museu resgata história da Empresa e do município

No Museu Aperam South America e no Centro de Educação Ambiental Oikós, ambos gerenciados pela Fundação Aperam Acesita, conhecimento e lazer caminham juntos.Mais de 700 pessoas visitaram o museu desde a sua reinauguração e cerca de 7 mil estiveram no Oikós em 2014.

Explorando a história19

O encontro entre duas trajetórias. O museu, reaberto ao público no ano passado,reúne peças que contam a história, não só da origem da Empresa,mas também do município. “Relembrar o surgimento da Aperam é revisitar os primeiros passos de Timóteo. As duas histórias se entrelaçam”, avalia Kelly Almeida, coordenadora de projetos da Fundação Aperam Acesita.

Um dos destaques do local são os painéis que mostram o começo da Empresa até o presente. O primeiro consiste em uma réplica ampliada da ata de constituição da antiga Acesita, de 1944. Além de descobrir detalhes do passado, o visitante pode conhecer dois quartos e o mobiliário da época em que a Fundação era a Casa de Hóspedes, na década de 1950. A campainha tocada pelo primeiro presidente da antiga Acesita, João Vieira de Macedo, para chamar os empregados que trabalhavam com ele compõe o espaço. E peças como equipamentos de proteção e telefones do século passado também integramo acervo.

O espaço é palco, ainda, de exposições de artistas do Vale do Aço. Abrindo a programação de 2015, em março, uma exposição homenageia o público feminino. Trata-se da mostra “Essas mulheres”, um conjunto de quadros, esculturas e instalações produzido por artistas da região. O Museu, aberto ao público,também oferece visitas guiadas para grupos.

Aula em movimento

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Oikós oferece aos estudantes oportunidades para o aprendizado

O Centro de Educação Ambiental da Aperam-Oikós pode ser palco de aulas de geografia, ciências e diversas outras matérias.Uma caminhada pelas trilhas revela informações sobre a fauna e flora e ensina os cuidados como meio ambiente.“O Oikós pode funcionar como um complemento pedagógico de  muito potencial, porque o contato com a natureza fortalece o que foi ensinado em sala”, destaca Juliana Jácome, coordenadora de projetos da Fundação.

Quem passa pelo local pode aprender mais, por exemplo, sobre o caminho da água em uma maquete da bacia hidrográfica ou conhecer tecnologias alternativas como o biodigestor, sistema utilizado para transformar esterco animal e restos de cultivo em biogás, um combustível gasoso de conteúdo energético similar ao do gás natural. Ele é aproveitado na cozinha do Oikós e o que sobra do processo pode ser utilizado como adubo.

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