Revista Espaço

Apoio para seguir em frente

Edital de projetos 2014 contempla oito entidades em três cidades

20

Gruparkinson atende 70 pessoas que podem praticar pilates no no local; Gervásio criou o Instituto depois que descobriu ter a doença

Oferecer uma vida melhor para quem sofre do mal de Parkinson(Doença neurológica, crônica e progressiva, sem causa conhecida e cura, que atinge o sistema nervoso central e compromete os movimentos. Quanto maior a faixa etária, maior a incidência de Parkinson. Na grande maioria dos pacientes, ela surge a partir dos 55 anos.). Essa ideia motivou Gervásio Pierre Araújo, de 50 anos, a criar, junto com amigos, o Instituto Parkinsoniano de Minas Gerais (Gruparkinson), em Timóteo (MG), há 12 anos.

Gervásio, que também preside o Instituto, convive com a doença desde os 29 anos. Logo após o diagnóstico, notou a dificuldade de obter informações e ajuda médica para lidar com a doença, que não tem cura. “Conheci pessoas com situações difíceis e resolvi criar a associação”, lembra.

Atualmente, o local atende 70 pessoas e oferece acompanhamento fisioterápico, nutricional, além de consultas com neurologista e geriatra, por meio de convênios. Em 2014, o Gruparkinson participou pela primeira vez do Edital de Projetos da Fundação Aperam Acesita e foi uma das nove entidades contempladas com o repasse de R$ 12 mil. “A iniciativa premia instituições sérias e nos permite aperfeiçoar o nosso trabalho. É um reforço e tanto”, destaca o presidente.

Com o recurso, a entidade viabilizou a montagem de uma sala de pilates, método de condicionamento físico e mental que proporciona o alongamento e a fortificação do corpo de forma integrada. “Adquirimos equipamentos modernos para melhorar a postura e o equilíbrio dos pacientes. Com essa atividade esperamos elevar a autoestima dos participantes”, explica Gervásio.

Além de atender os parkinsonianos, nos horários vagos a sala está disponível para a comunidade. “Assim, iremos gerar uma nova fonte de renda para a entidade”, comemora.

De olho no futuro21

O Edital 2014 apresentou duas mudanças em relação à edição anterior. O valor máximo para repasse subiu de R$ 10 mil para R$ 12 mil e o percentual de contrapartida que deve ser oferecido pela entidade beneficiada passou de 15% para 20%. “Os participantes podem propor contrapartidas em dinheiro ou em serviços. O Gruparkinson, por exemplo, combinou as duas situações, considerando os recursos humanos (fisioterapeuta e estagiário), o espaço físico e uma parte em investimento financeiro”, explica Neide Barbosa, coordenadora de projetos da Fundação.

 

Compartilhar:
Share on facebook
Share on twitter
Share on google
Share on linkedin
Menu

Clique no botão de edição para alterar esse texto. Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Ut elit tellus, luctus nec ullamcorper mattis, pulvinar dapibus leo.