Revista Espaço

Moeda forte

Inox da Aperam South America confere durabilidade e beleza a objetos essenciais para o cotidiano

10A data ele não esquece: 22 de abril de 2000. Lá, no cantinho do quintal, no mesmo dia em que se comemoravam os 500 anos do descobrimento do Brasil, o publicitário Danilo Fonseca, na época com 12 anos, fez a sua descoberta. Encontrou uma moeda de 20 cruzeiros, que daria origem a uma coleção que já chegou a 300 unidades. Sem praticamente nenhum valor financeiro, aquele objeto estimulou uma busca diária por novos achados, seja na casa de amigos, tios, avós e vizinhos.

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Em um quintal, Danilo começou a montar sua coleção de moedas

“É curioso pensar que elas passam de mão em mão e já podem ter ‘viajado’ bem longe. Conhecer o universo das moedas também nos convida a pesquisar mais, buscar detalhes da história. Muitos personagens importantes, animais, profissões e outros aspectos são representados nelas”, conta Danilo. A coleção de moedas contribuiu ainda para reunir uma série de recordações da infância, em sua cidade natal, Curvelo (MG). Diziam a ele que no local havia um senhor que guardava um latão, desses de armazenar leite, cheio dessas pequenas “preciosidades”. Verdade ou não, a história não sai do imaginário de Danilo.

Em alguns momentos, o menino se dedicava a contar os valores de cada moeda e deduzir o quão rico seria se elas fossem atuais. E o cuidado que dedicava a cada uma transformava sua coleção em um grande tesouro. “No caso das moedas de cobre, eu utilizava uma mistura de limão e sal para limpar e manter em bom estado. Nas de alumínio, era necessário um produto específico. Das moedas atuais as que mais chamam a minha atenção são as de R$0,50 pelo aspecto moderno. As de R$0,25 são lindas também, pena que oxidam”, conclui.

Mais do que versátil

Olhando para a coleção de Danilo, fica evidente a diversidade: moedas bem antigas, outras mais recentes, brasileiras, estrangeiras. Mas o que realmente chama a atenção é que algumas, mesmo não sendo tão novas, mantém um aspecto mais vivo. O motivo, não está relacionado a uma preferência do colecionador por uma ou outra. É que, desde 1967, a Casa da Moeda produz alguns desses objetos com aço inoxidável e, há 15 anos, é a Aperam South America que fornece esse material à instituição.9

“O nosso inox K30 atende aos requisitos exigidos pela Casa da Moeda, apresentando propriedades mecânicas ideais para esse tipo de aplicação, além da questão estética e do brilho desejado. O produto ainda tem como importante diferencial a versatilidade ao ser adotado com eficiência não apenas para fabricar moedas”, conta o engenheiro de Aplicação, Iwao Ishizaki Neto.

De onde vem e para onde vai

12Não é possível prever o caminho que será percorrido por uma moeda de Real quando ela entra em circulação. Pode virar troco na padaria, ficar por muito tempo em um cofrinho ou acabar esquecida no fundo da bolsa. Certo mesmo é o processo até que ela fique pronta. Em se tratando das moedas de R$0,50 e R$1,00, o trabalho começa na Aperam South America.

De lá, as bobinas de inox K30 saem em direção a dois fornecedores da Casa da Moeda. São feitos os cortes, em formato circular e o núcleo é encaminhado para a cunhagem enquanto, no caso das moedas de R$1,00, ocorre a eletrodeposição de discos. Eles são compostos por aço carbono revestido de bronze. Núcleo e disco seguem para a cunhagem separados e lá são unidos, nesse momento ocorre a gravação de desenhos e outros símbolos. Depois, basta fazer a contagem e embalar para que esteja disponível ao mercado.

A boa relação custo/ benefício faz com que o aço inoxidável K30 ganhe também espaço no segmento de linha branca, ou seja, voltado para a fabricação de mesas de fogão, portas de geladeira e outros. Além disso, assegura bons resultados quando se trata de talheres e cubas. Ganha destaque, ainda, na construção civil, arquitetura, na confecção de balcões frigoríficos, cozinhas industriais e em estampagens em geral.


Curiosidades

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