Revista Espaço

Mais capacidade, menos carga

Atuação de três áreas da Aperam South America garante melhorias na Laminação a Frio de Aços Elétricos

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As melhorias na Laminação a Frio de Aços Elétricos também garantiram mais conforto para quem opera a ponde rolante

Mais segurança e maior produtividade. Esses resultados serão obtidos pelo projeto desenvolvido pelas áreas de Engenharia, Manutenção e Laminação a Frio de Aços Elétricos. A iniciativa, com conclusão prevista para o terceiro trimestre de 2014, tem duas etapas: a substituição da ponte rolante 44 por uma nova, a PRS 65, e a troca do carro de elevação da ponte 63.

“As mudanças vão aumentar a capacidade de transporte na ponte. A antiga, por exemplo, tinha capacidade para deslocar 25 toneladas. Agora, esse número pode chegar a 35 toneladas. Dessa forma, a Empresa conseguirá deslocar maior peso com uma movimentação menor de cargas”, aponta o coordenador da gerência de Engenharia, Tarcísio Mendes de Assis.

 

As pontes rolantes são equipamentos utilizados na indústria para fazer o içamento e transporte de cargas de um lugar para outro. São compostas por três itens básicos: vigas, que realizam o movimento para frente e para trás; o carro de elevação, responsável pelo deslocamento da direita à esquerda, e a talha, que se dedica a posicionar a carga para cima e para baixo. A PRS 65, que substitui a PRS 44, é empregada no deslocamento de bobinas da saída da Preparadora de Bobinas 2 para o Recozimento e Decapagem 2 e transferência de bobinas do galpão do Laminador de Bobinas 2 até a área de Recozimento e Decapagem.

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A nova ponte trouxe maior capacidade no transporte de bobinas

O assistente técnico da Laminação a Frio de Aços Elétricos Fernando Barcelos aponta as vantagens do ponto de vista da operação. “O profissional que utiliza o equipamento terá uma visão ainda melhor da ponte rolante, uma cabine mais ampla, com maior conforto e ergonomia. Além disso, a mudança vai assegurar melhor produtividade e aumento do rendimento físico”, comenta. Para a conclusão do projeto, estudos buscaram tecnologia de ponta, além da contratação de uma empresa especializada. De acordo com o Gerente da Laminação a Frio de Aços Elétricos Paulo Cesar Rocha Camillato, “trata-se da eliminação de uma grande vulnerabilidade, o que certamente garantirá a continuidade operacional com maior segurança para os envolvidos no processo”.

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