Revista Espaço

Empenhados para uma vida melhor

Mudança na bateria de exames anuais dos empregados da Aperam South America traz melhor controle da qualidade de vida

Acordar cedo para caminhar, abandonar o cigarro e excluir da alimentação itens saborosos, mas que não fazem bem à saúde. Esses exemplos mostram alguns dos desafios enfrentados por empregados da Aperam South America, com o objetivo de viver melhor. E os resultados do esforço já são visíveis.

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A alimentação saudável e a atividade física ajudaram Reginaldo Cavaliere a perder peso

O analista de Desenvolvimento de Manutenção Elétrica Reginaldo Cavaliere, por exemplo, descobriu, na época em que tinha 19 anos, o colesterol alto e o diabetes. Ao longo do tempo, também desenvolveu um quadro de obesidade. A chance de alterar esse cenário ocorreu com a mudança do check-up de aniversário para o Novo Periódico.

Após as orientações de diferentes profissionais como médicos, nutricionistas e educadores físicos, Reginaldo passou a caminhar cinco vezes por semana e modificou a alimentação, agora, muito mais variada e saudável. Até o momento, já perdeu quatro quilos. O colesterol e a glicose se mantêm controlados.

Os bons hábitos, Reginaldo compartilha com a esposa Sirlene e os filhos Larissa, de 16 anos, e Marcos Vinícius, de 13. “Iniciar uma atividade física é muito difícil, principalmente, para sedentários, mas eu recomendo a todos essa tentativa. Hoje, sinto-me mais alegre e com disposição”, conta.

Uma “academia” em casa

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José Geraldo dos Santos ganhou mais disposição ao adotar hábitos saudáveis

Na área de Metalurgia do Inox, outro bom exemplo de quem está atento para conquistar mais qualidade de vida vem do analista técnico José Geraldo dos Santos. Ele aprendeu a reunir uma série de aliados contra a hipertensão. O cuidado diário com o terreno de sua chácara se transformou em uma boa forma de exercitar o corpo.

Com a ajuda da foice e da enxada, José Geraldo pratica uma atividade chamada por ele de ‘capinoterapia’. Além disso, ele agora faz as refeições no horário certo e, todas elas, enriquecidas com alguma fruta, verdura ou legume. Também, segue à risca as orientações do cardiologista. “Achei muito legal essa iniciativa da Empresa de promover um acompanhamento mais completo da nossa saúde. Isso mostra a seriedade com que o tema é tratado e o comprometimento com o bem-estar de cada um”, avalia José Geraldo.

Do ponto de vista da prevenção

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Edmilson da Silva Gomes fumou por mais de 30 anos e está há nove meses sem acender um cigarro

Engana-se quem pensa que a ausência de sintomas representa garantia de que está tudo bem com a saúde. O operador da área de Aços Elétricos Edmilson da Silva Gomes descobriu isso na prática. “Sempre achei que minha saúde fosse de ferro e, depois dos exames, vi que não era bem assim”, analisa.

Edmilson participou, entre 1995 e 2003, de uma série de competições de atletismo e pensava que, como se exercitava com regularidade, tudo caminhava bem. No entanto, fumou por mais de 30 anos e os efeitos do tabagismo foram logo apontados pelos exames. Há nove meses, não acende um cigarro.

“Agora, sinto-me mais disposto, o gosto dos alimentos nunca pareceu tão bom. Tenho muito a agradecer por essa oportunidade. Nós, homens, temos o costume de ir ao médico só em caso de doença. A saúde precisa ser pensada, também, do ponto de vista da prevenção”, finaliza.


Um incentivo a mais

Em dezembro de 2012, a Aperam realizou mudanças no check-up de aniversário, bateria de exames anuais custeados pela Empresa e que se somam aos exames periódicos e obrigatórios. O propósito é obter uma avaliação mais abrangente da saúde da equipe com o objetivo de mapear, em toda a Empresa, os riscos referentes ao trabalho desenvolvido, além dos hábitos diários e fatores hereditários.

O acompanhamento feito pela Aperam e a força de vontade de cada um em aderir a hábitos saudáveis resultaram na melhora do risco cardiovascular de 13% dos empregados, de 2012 para 2013. Cerca de 2% dos avaliados abandonaram o sedentarismo e a diminuição do consumo de cigarro foi identificada em 11% dos casos.

“Para quem tem diabetes ou hipertensão, por exemplo, o acompanhamento correto trouxe como resultados a perda de peso e a redução ou, até mesmo, o abandono do cigarro. O cuidado com a saúde ganhou um caráter mais completo”, analisa o coordenador de Medicina do Trabalho, Evonei Melquíades Xavier Pereira.

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