Revista Espaço

Cuidar com simplicidade

Atitudes de empregados da Aperam South America mostram como o respeito ao meio ambiente pode fazer parte do cotidiano

10Você já se imaginou saindo no meio de uma tempestade para amarrar o tronco de uma árvore e impedir que ela seja tombada pelo vento forte? O analista técnico da área de Engenharia de Equipamentos da Aperam South America, Carlos Mafra, não pensou duas vezes quando precisou molhar as roupas e usar sua força para ajudar a proteger a muda que plantou tempos antes.

11

Carlos Mafra e o pai, José Maria, conseguiram transformar um terreno que antes só recebia entulhos

Essa é uma das histórias que preenchem a vida de Carlos com exemplos de dedicação à natureza. “Na infância, a rua onde morava tinha muitas árvores. Meus pais sempre diziam que elas eram minhas e que, por isso, eu deveria cuidar delas”, lembra. Os ensinamentos do senhor José Maria

Mafra e da senhora Dalva Mafra acompanharam Carlos pela vida adulta. A prova disso está no bairro João XXIII, em Timóteo (MG). A mobilização promovida por pai e filho transformou o terreno em frente à casa da família. Em 1994, enquanto muitos estavam em clima de Copa do Mundo, o espaço foi limpo e presenteado com mudas do viveiro da Aperam.Hoje, recebe rodas de amigos que conversam, aproveitando a sombra das árvores e os pássaros que se reúnem para comer mangas e abacates.

 

“Nosso trabalho trouxe benefícios para todos. É um lugar onde o pessoal se reúne até para fazer um churrasco. E a casa de meus pais ficou mais fresca. No verão, até parece que tem ar-condicionado”, brinca.

Um minioikós em casa

12

A sustentabilidade é colocada em prática na casa de Luiz Ferreira

Quem conhece Luiz Antônio Ferreira, coordenador de Projetos da Fundação Aperam Acesita, sabe que o ditado popular ‘Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço’, não se aplica a ele, quando o assunto é a preservação ambiental. No Centro de Educação Ambiental da Empresa, Oikós, Luiz ensina aos visitantes as diversas formas de respeitar o meio ambiente. Em casa, ele reúne teoria e prática. “Aprendi muitas coisas no trabalho e fora dele também. Tento compartilhar esse conhecimento com meus filhos. Desejo que eles sejam adultos comprometidos com o lugar onde vivem”, planeja Luiz.

A chácara da família é quase uma versão reduzida do Oikós. O sistema de reaproveitamento de água, o tratamento de esgoto, a separação de lixo para coleta seletiva e a horta orgânica seguem os mesmos moldes do Centro de Educação Ambiental. E para isso, os filhos Luiz Antônio, de dez anos, Ana Luiza, de sete, e a esposa Maria Sílvia colocam juntos a mão na massa. “Acho muito importante educar pelo exemplo. Precisamos entender que não existe o meio ambiente de um lado e o ser humano do outro. Fazemos parte de um conjunto. Para que uma parte esteja bem, a outra também deve estar”, conclui.

De raízes para o ar

13

Edmea Azevedo é encatada pela diversidade das orquídeas

O jeito perseverante das orquídeas, que ressurgem com belas flores quando tudo indicava que estavam prestes a morrer, conquistou a assistente de Gestão da diretoria de Recursos Humanos, Edmea Azevedo. Elas também mostram que sabem viver em parceria: fixam-se aos troncos de outras plantas para emprestar beleza em troca de sustentação. “As orquídeas são delicadas e rústicas ao mesmo tempo. Isso me encanta”, conta.

O gosto de Edmea por essas flores fez nascer um orquidário com mais de 80 espécies no quintal de casa e a vontade de aprender para cuidar melhor é alimentada pela consulta a livros, sites e revistas. Um espaço tão verde e, ainda por cima, salpicado de outras cores é ponto de encontro de sabiás e canários. E também de familiares e amigos, que se reúnem para uma conversa para lá de agradável. “Minha casa tem um ambiente gostoso, justamente pelo conjunto do qual as flores fazem parte. É muito bonito ver os passarinhos sempre por perto, criando seus filhotes”, afirma.

 

Compartilhar: