Revista Espaço

Bonito de se ver

Centro Cultural reabre com novidades, depois de reforma interna

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Programação cultural de Timóteo está garantida, com melhorias no teatro (foto), museu e área de oficinas e exposições.

Para oferecer mais conforto a seus visitantes, a Fundação Aperam Acesita revitalizou o seu Centro Cultural. A área de exposição ganhou nova pintura e a inclinação do piso do teatro foi adequada, garantindo maior visibilidade para todos, durante os espetáculos. O teatro também ganhou novos equipamentos, entre eles, uma cortina motorizada.

As obras duraram cinco meses e a reabertura foi realizada no dia 20 de outubro, durante a programação do 12º Festival Arte Viva. Na ocasião, a Fundação recebeu a exposição José Assunção 100 Anos, homenagem ao centenário do pintor primitivista, natural de São Domingos do Prata (MG), e a 13ª Mostra Educação Faz Arte, que contou com trabalhos artísticos de estudantes do Projeto Transitolândia. Houve também o lançamento do livro Chá Entre Amigas, da escritora Paula Jácome, e apresentação do espetáculo Corpo Pulsa e Dança, do Estúdio de Dança Mahatma.

Segundo a coordenadora de Projetos Culturais da Fundação Aperam Acesita, Marilene de Lucca, a revitalização do Centro Cultural era um desejo não só da equipe responsável, mas de toda a comunidade. “Nosso teatro é o único da cidade e conta com programação cultural e grande público durante o ano todo. Temos ainda o museu, a galeria de exposições e outros espaços que são utilizados para cursos e oficinas pelas áreas da Fundação”, explica. Estima-se que, anualmente, cerca de 150 mil pessoas participem das atividades culturais promovidas no Centro, que ainda recebe workshops, seminários e outros eventos da Empresa.


Ação ampla e rápida

Antes de se tornar um espaço de cultura, o prédio onde hoje funciona a Fundação Aperam Acesita era utilizado como casa de hóspedes para visitantes da Empresa. Em 1994, após ter passado por uma reforma para adequação, foi transformado em Centro Cultural, oferecendo atividades variadas para toda comunidade do Vale do Aço. “Esperamos que as melhorias sejam um estímulo para participação de nosso público nas atividades e eventos promovidos aqui”, afirma Marilene.

O museu da Empresa, localizado dentro da Fundação, também deve ganhar nova roupagem nos próximos meses. Criado em 1994, para registrar e contar a história da Companhia, ele está fechado para reforma e atualização de material. “Estamos pesquisando novos formatos de painéis para mostrar dados e relatar a história da Empresa”, conta Marilene.

O museu exibe a trajetória da Aperam desde a criação da Acesita, em 1944, até o final da década de 1990. Para colocar essa história em dia, a equipe responsável conta com narrativas de empregados antigos e atuais, para que a memória da Empresa seja atualizada e possa ser preservada para os anos que virão.

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