Revista Espaço

Entrega segura

Aperam desenvolve novo modelo de estrados para transporte de bobinas, mantendo as condições ideais do produto até a porta do cliente

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Novo modelo de estrados evita deformações e imperfeições nas bobinas, que chegam em perfeito estado aos clientes

Integrantes das áreas de Laminação a Frio e Acabamento de Inox da Aperam Timóteo desenvolveram um trabalho de redimensionamento e adequação dos estrados utilizados na embalagem de bobinas que possibilitou economia projetada de mais de R$ 400 mil por ano. O novo modelo ainda tem rendido benefícios operacionais à Empresa, que registrou redução de 42% do volume de madeira (em metros cúbicos) no estoque físico na área e queda da complexidade, diminuindo de 150 para 75 os tipos de estrados para embalagens, e de segurança para os motoristas, carregadores e demais envolvidos no processo.

Concluído em fevereiro, o estudo visava a, primeiramente, garantir a qualidade de entrega do material em suas condições ideais até o cliente. “Identificamos que a polionda entre a bobina e o estrado não era suficiente para evitar o estufamento e, por isso, algumas bobinas chegavam aos clientes apresentando deformações e imperfeições causadas pelo contato das espiras com as quinas das longarinas dos estrados”, relata Geovane Gandra, assistente técnico de Gestão, da gerência de Laminação a Frio e Acabamento de Inox.

Para solucionar o problema, a equipe buscou conhecimentos sobre estrados utilizados em outras plantas do Grupo e passou a trabalhar junto com os fornecedores para encontrar nova técnica de construção. Após uma série de testes, chegou-se à conclusão de que era necessário mudar o equipamento de fabricação dos estrados. “Nossa prioridade era reduzir a quebra de superfície, mas também tínhamos que levar em conta outros aspectos, como o consumo de madeira e a resistência estrutural, que deveria ser suficiente tanto para o transporte rodoviário quanto para o ferroviário”, explica Geovane.

O resultado foi a produção de estrados posicionados horizontalmente para receber bobinas entre 0,4 e 12 toneladas. Todos com tensão negativa, sem risco de tombamento, e padronizados, podendo atender aos mercados interno e externo. “Além da satisfação dos clientes, foco inicial do projeto, também conseguimos ampliar a quantidade de fornecedores e reduzir o volume de madeira utilizada e de estoque físico”, destaca Geovane.

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