Revista Espaço

Conhecimento à prova

Programas de estágio e aprendizes funcionam como “caça” talentos; PCDs também integram o time

Formar e revelar novos profissionais tem sido a meta dos programas de estágios e aprendizes da Aperam. Este ano, 100 jovens já ingressaram na Empresa dessa maneira. As oportunidades, divididas entre planta industrial de Timóteo (MG) e os escritórios em Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP), contribuem para a renovação das equipes.5

Uma das novidades do processo seletivo é a inclusão de vagas para pessoas com deficiência (PCDs). “Dessa forma atuamos na inclusãosocial e no reforço da diversidade, um dos nossos compromissos”, observa a analista de Recursos Humanos, Layane Gomes.

Gabriel de Castro, 20 anos, PCD, integra o grupo de estagiários selecionados e viu nessa chance o sonho de trabalhar na Aperam. Técnico formado em eletromecânica e diplomado no curso de operador siderúrgico – ofertado pela Empresa em 2015 –, Gabriel estuda para ser técnico em mecânica e iniciou o estágio na Laminação a Quente. “É mais do que uma experiência profissional. Tenho colegas que já participaram do programa, deram boas referências. Estou muito animado”, conta.

Hora da prática

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Lívia Araújo e o padrinho, Rogério Henrique

O time de aprendizes tem 60 novos participantes. Antes de vivenciarem, na prática, os conhecimentos de manutenção mecânica e operação de processos siderúrgicos, os jovens estudam um ano no Centro de Formação da Aperam. Depois, são encaminhados para seis meses de atividades na Usina.

Lívia Araújo, de 18 anos, está na turma dos 37 aprendizes que frequentaram aulas teóricas em 2015 e começam o ano com as atividades práticas. O curso de manutenção mecânica reforçou o desejo da jovem de estudar Engenharia. “Chegou o momento de mostrar minha capacidade. Quem sabe não conquisto uma vaga na Aperam? Seria um ótimo começo de carreira”, comenta. As chances são reais: oito em cada dez participantes do programa têm tido a chance de ser contratado pela Empresa.

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