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Mobilidade verde: o aço elétrico da Aperam que equipará os carros do futuro

17/08/2018

Quando se trata de mobilidade, uma tendência recente parece caminhar para virar consenso: menos é mais! Com estruturas cada vez menores, os veículos tendem a se tornar mais leves e emitir menos ruídos, além de ficarem livres de combustíveis fósseis e da emissão de gases poluentes.

O avanço é proporcionado especialmente pelo crescimento da frota de carros elétricos, já amplamente utilizados na Europa e que, em um futuro próximo, devem se multiplicar também pelas ruas do Brasil e da América Latina.

O aumento da produção desse tipo de veículo passa, necessariamente, pela disponibilidade dos aços elétricos destinados à aplicação. Nesse quesito, a Aperam sai na frente por já desenvolver um produto específico para esta finalidade: o aço elétrico de grão não orientado (GNO) de baixíssima perda, fabricado na Usina de Timóteo, em Minas Gerais.

“A Aperam deu início ao desenvolvimento do GNO para a aplicação em motores de carros elétricos há cerca de dez anos, quando a produção em larga escala desse tipo de veículo parecia uma ideia distante. Hoje, com a perspectiva de um rápido crescimento desse mercado, o que era um sonho pode estar próximo de se tornar uma realidade”, afirma Daniel Rodolpho Domingues, gerente executivo de vendas de Aços Elétricos e ao Carbono da Aperam.

Segundo ele, o produto que está sendo desenvolvido pela Aperam poderá ser aplicado nos mais diversos tipos de veículos movidos a eletricidade, o que inclui carros, ônibus, caminhões e motos, por exemplo. O GNO nacional já foi testado em projetos-piloto de mobilidade, obtendo um desempenho até mesmo superior a produtos similares importados de outros países.

Nas ruas, o aço elétrico da Aperam está presente, por exemplo, nos motores dos ônibus elétricos que circulam atualmente pela cidade de São Paulo. A aplicação se deu através do fornecimento da Aperam a uma das principais fabricantes da peça no Brasil. “Além dos ônibus, nosso GNO também já é utilizado em outros projetos pioneiros de mobilidade em curso no país, o que assegura que o produto seja amplamente testado antes de chegar ao mercado”, conta Daniel.

Referência ambiental

No Brasil e no mundo, os veículos elétricos são considerados a solução para tornar a mobilidade mais sustentável e reduzir os impactos ambientais gerados durante o transporte.

A União Europeia (EU), por exemplo, estipulou em 130g por quilômetro percorrido o volume máximo de dióxido de carbono que pode ser emitido pelos carros fabricados no continente. Para os próximos anos, a meta é minimizar ainda mais esse volume, chegando a 95g por quilômetro em 2021, com  diminuição gradual nos anos seguintes.

Já em países como a Alemanha, a meta é ainda mais ousada: banir completamente a produção de carros a combustão no território até 2030.

Os esforços para aumentar a produção e a comercialização de carros desse tipo também estão presentes no Brasil, onde os governos de alguns Estados já garantem, por exemplo, a redução ou isenção de pagamentos de impostos como o IPVA aos proprietários de carros elétricos ou híbridos.

Uma mudança, muitos benefícios

Como um aspecto que permite que os veículos elétricos sejam produzidos e comercializados em maiores volumes, estão os avanços tecnológicos que asseguram o custo-benefício do investimento. Conheça alguns deles:

– Baterias mais acessíveis: o valor elevado das baterias para equipar os veículos elétricos, considerado por muito tempo um revés, já deixa de ser um empecilho frente às novas tecnologias adotadas para a sua fabricação.

– Mínimo impacto no consumo de energia: com a expansão da utilização da energia solar e de outras fontes de energia renováveis, os gastos com eletricidade e a dependência de hidrelétricas ou termelétricas são menores, mesmo diante de um aumento significativo na frota de veículos elétricos.

 

Por dentro do tema

A mobilidade do futuro e os carros elétricos foram os temas de uma série de reportagens veiculadas recentemente pelo Jornal Nacional, da Rede Globo. Você pode conferir os vídeos, produzidos pelo jornalista André Trigueiro, no site da emissora (clique aqui).

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