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Canudos em aço inoxidável: o novo item indispensável para a sua vida

“Acreditamos que os canudos em inox serão, em breve, os novos talheres na gaveta dos brasileiros”. A afirmação de Jessica Pertile e Patricya Soares Bezerra, sócias da marca de produtos sustentáveis BeeGreen, pode até pegar um desavisado de surpresa. Mas não se engane: elas conhecem bem o potencial do produto que oferecem.

A decisão de produzir, no Brasil, os canudos em aço inoxidável surgiu a partir de um desejo que elas mantinham de tornar suas vidas cada vez mais sustentáveis, reduzindo o consumo de descartáveis plásticos e dando lugar aos produtos reutilizáveis. Enquanto Jessica, formada em Ciências Biológicas, atuava em projetos de gerenciamento de resíduos em condomínios residenciais e em grandes eventos de música; Patricya, que trabalhava com comércio exterior e cursava Engenharia de Produção, já tinha a ideia de criar produtos que pudessem diminuir a geração de resíduos e promover uma mudança cultural na direção da sustentabilidade.

“Nós já praticávamos a compostagem doméstica e já havíamos nos comprometido, há alguns anos, em não usar mais plásticos descartáveis. Durante as pesquisas que fizemos para encontrar marcas e produtos que atendessem às necessidades de uma pessoa lixo zero, entretanto, as opções quase não existiam. Foi a partir dessa constatação que tivemos o primeiro insight para criar a BeeGreen”, revela Jessica.

No processo de estruturação da marca, elas estabeleceram metas ousadas. Uma delas, o propósito educativo associado à comercialização dos produtos sustentáveis, de modo a inspirar a sociedade brasileira a viver de modo mais harmônico no ambiente urbano.

Com a decisão de combater o consumo de plásticos descartáveis – notadamente, copos, sacolas, canudos e embalagens em geral –, os canudos em aço inoxidável se tornaram o primeiro produto concreto da BeeGreen. O lançamento foi precedido de uma análise minuciosa das possibilidades que tinham pela frente e dos meios de colocá-las em prática.

Aço inox: a opção mais sustentável

A opção pelo aço inoxidável para a fabricação dos canudos se deu após um estudo aprofundado dos materiais com os quais o objeto era produzido no mercado internacional. “Chegamos ao inox pelo simples fato de que, por ser um produto atóxico e hiper durável, as pessoas podem adquirir somente um canudo e utilizá-lo pela vida inteira. Isso está extremamente alinhado ao conceito de consumo consciente”, lembra Patricya.

Na hora de tirar a ideia do papel, elas tinham o desafio de viabilizar a produção alinhada ao conceito da sustentabilidade. Cogitaram até mesmo importá-lo de mercados como a China, o que foi prontamente descartado, pela impossibilidade de acompanhar e assegurar o processo produtivo e a qualidade dos produtos importados daquele país.

Por isso, decidiram enfrentar os desafios e assumir, de modo pioneiro, a fabricação dos canudos sustentáveis no Brasil. “Passamos por diversas etapas desafiadoras. A primeira delas, encontrar um parceiro para a produção dos tubos de inox. Em seguida, procuramos desenvolver embalagens livres de plástico e estabelecer processos de higienização para que os produtos saíssem da BeeGreen prontos para o uso. Felizmente, encontramos pelo caminho parceiros que embarcaram conosco nesta jornada, como é o caso da Aperam, e nos permitiram transformar um sonho em realidade”, ressaltam.

Se o investimento valeu a pena? A adesão do público brasileiro dispensa comentários: em 2018, a empresa  ampliou suas vendas em mais de 1.000%, na comparação com 2017. Esse dado, na opinião das empresárias, demonstra o interesse da população pelo estilo de vida “lixo zero”. “As legislações que procuram restringir o uso dos canudos descartáveis e a visibilidade dada pela mídia foram, sem dúvidas, pontos que colaboraram para que o produto caísse no gosto do consumidor e se tornasse um símbolo do combate à poluição plástica. Os canudos de inox já estão à venda em mais de 200 lojas, em todos os estados do Brasil, e todos que desejam podem dar agora mesmo esse passo para privilegiar o consumo consciente”, concluem.

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